O sofrimento do outro nunca deveria se tornar apenas mais um caso
A responsabilidade de ocupar um lugar diante de alguém que nos permite entrar em uma parte sensível de sua história.
Ler a cartaCartas às Valentes
Cartas às Valentes é onde eu escrevo com mais calma sobre o que a gente costuma resolver no automático: o que você sente, o que você evita, o que você repete, e o que muda quando você finalmente para e olha.
Cartas publicadas
Todas as cartas que já saíram estão aqui, inteiras e abertas. Leia uma e veja se você gosta do jeito que eu penso e escrevo. Se gostar, o e-mail fica logo abaixo.
A responsabilidade de ocupar um lugar diante de alguém que nos permite entrar em uma parte sensível de sua história.
Ler a cartaPara quando muita coisa é dita na sessão, mas você ainda sente que algo não saiu do lugar.
Ler a cartaO que você viveu molda o significado do que acontece no presente, queira você perceber isso ou não.
Ler a cartaMais importante do que o lado que você vê é a liberdade de não ficar preso a apenas um.
Ler a carta…mas não suporta ser rejeitada.
Ler a cartaCostumo dizer que existe uma armadilha sutil na vida de quem busca evolução.
Ler a cartaAs Cartas às Valentes começaram no Substack. Agora elas ficam aqui, em casa.
Chamei de carta porque é isso que elas são. Carta, não post. Escrita para uma pessoa por vez, com tempo de chegar onde uma legenda não chega.
Nem toda carta é sobre clínica. Algumas são sobre o que a gente aprende sendo gente: o que a gente evita, o que a gente repete, e o que a gente chama de força quando é cansaço com nome bonito.
Eu sou Ingryd Simões, psicóloga, CRP 06/206396. Trabalho com Terapia de Aceitação e Compromisso e passo boa parte do meu tempo estudando o que acontece numa conversa clínica quando alguém resolve falar da própria vida em voz alta.
As Cartas às Valentes são um dos lugares onde isso tudo acaba se encontrando.
Você pode receber as Cartas às Valentes direto no seu e-mail.