Formação Completa em ACT
Uma formação para psicólogos que querem aprofundar seu raciocínio clínico com a ACT: aprender a formular o caso, intervir e conduzir a sessão com mais segurança.
CONHEÇA A FORMAÇÃO ABAIXO:
A abordagem
Desenvolvida a partir dos anos 1980 por Steven C. Hayes, a ACT parte de uma constatação que apareceu na pesquisa e na clínica: tentar controlar pensamentos e emoções difíceis costuma ampliar o sofrimento. A pergunta da terapia muda. Em vez de "como eliminar essa dor?", ela pergunta "que vida essa pessoa quer construir, mesmo na presença dessa dor?".
O objetivo passa a ser a flexibilidade psicológica: o contato aberto com a experiência presente e a ação na direção do que importa. E é isso que a Formação vai te ensinar.
Onde a maioria dos profissionais trava
Talvez você já tenha estudado ACT. Feito cursos, lido livros, aprendido sobre os seis processos.
E, mesmo assim, acredito que na frente do paciente já veio aquela sensação de entender a teoria sem saber exatamente como pensar aquele caso. Como uma psicóloga resumiu num comentário que recebi:
"para quem é iniciante é bem fácil se perder no relato do paciente".
Raramente o que falta é acesso a conceitos.
Falta uma forma organizada de enxergar o sofrimento como processo, formular o caso, escolher a intervenção e conduzir com leitura clínica em tempo real.
E isso tudo se resume em duas palavras:
raciocínio clínico.
Essa distância tem nome
21% → 96%
Em um programa de treinamento com 391 clínicos, só 21% conduziam ACT com segurança no início. Depois de meses de prática e discussão de casos: 96% (Walser et al., 2013). Conduzir se aprende.
115 profissionais, o mesmo caso
Diante do mesmo paciente, cada um formulou de um jeito, e menos da metade das formulações foi avaliada como boa o suficiente (Kuyken et al., 2005). Formular precisa ser ensinado.
Já nas primeiras sessões
A competência do terapeuta na condução foi o que previu a melhora dos pacientes logo nas primeiras sessões (Keinonen & Lappalainen, 2020). Raciocínio clínico muda resultado.
A distância entre estudar e conduzir se atravessa com estudo somado a percurso e aplicação. E é esse percurso que a Formação organiza.
O caminho
O conteúdo da ACT está consolidado na obra de Hayes. O que esta Formação faz é organizá-lo em um percurso de raciocínio clínico, em que cada etapa prepara a seguinte:
Com esse raciocínio, você deixa de depender de decorar técnicas e passa a entender o que está acontecendo diante de você.
Para quem é
O que você desenvolve
Ao final do percurso, você olha para um relato clínico e consegue responder:
O que mantém esse sofrimento?
Quais processos estão envolvidos?
Qual intervenção faz sentido?
Como conduzir a sessão?
Na prática, o que muda:
"Eu entendo os conceitos, mas travo na hora da sessão."
→conceito vira leitura clínica, hipótese, foco e intervenção.
"Eu me perco na história do paciente."
→escutar conteúdo sem se perder no processo, função e direção.
"Tenho medo de conduzir solto demais ou rígido demais."
→direção clínica com flexibilidade, diferenciando mapa, raciocínio e protocolo.
A trilha completa
Como funciona: aulas e exercícios para estudar e aplicar cada etapa antes da seguinte. É o desenho que a pesquisa sobre formação de terapeutas indica: competência se constrói com estudo distribuído no tempo (Beidas & Kendall, 2010). Todas as aulas vêm acompanhadas de materiais de apoio para aprofundar cada tema.
Veja abaixo alguns dos temas que iremos abordar.
Para tomar decisões clínicas com fundamento, entendendo como a ACT pensa.
Para enxergar esquiva experiencial e fusão cognitiva operando no caso que está na sua frente.
Para sustentar a sessão sem se perder: acolher com direção e manejar resistência, silêncio e intelectualização.
O coração da Formação: transformar queixa em formulação e saber por onde começar.
Para usar o Hexaflex como bússola de leitura do caso em sessão.
Para escolher a intervenção pelo processo, com segurança na condução.
Para ver tudo integrado: estrutura de sessão e casos reais comentados, do relato à condução.
Para entender com profundidade um dos vértices mais importantes do Hexaflex: o contato com o momento presente.
Ao final, a sensação é de integração: olhar para um caso e conseguir pensar clinicamente com ACT, do primeiro contato à condução.
Incluso na Formação
A Plataforma de Ferramentas Clínicas ACT possuem sete instrumentos preenchíveis pata te ajudar na sua prática clínica. Cada um gera um registro para você baixar e serve para mapear os seis processos, planejar a sessão e acompanhar a evolução do caso ao longo do tempo.
Não é um curso à parte: é o material de trabalho da Formação.
Classifique os seis processos de 0 a 10 e veja na hora o hexágono sombreado e o processo mais frágil do caso.
Registre as influências históricas por trás de cada um dos seis processos.
Planeje em três arcos: barreiras e estratégias por estilo de resposta.
Use uma força do paciente como combustível para mover a área de fragilidade.
Planeje por pilar (aberto, centrado, engajado) e decida o foco da sessão.
Marque as pistas verbais e não verbais e redirecione a sessão com critério.
Compare o retrato inicial e o atual no hexágono e acompanhe a área de flexibilidade crescer.
Como você acessa
Quem já estudou comigo

Quem conduz
Sou psicóloga clínica e dedico meu trabalho a ajudar psicólogos a transformarem a teoria da ACT em raciocínio clínico aplicado, leitura de processo e condução de sessão. E é esse o caminho que organizei nesta Formação.
Inscrição
Esta é a condição de early access: o preço de entrada da primeira turma, com acesso vitalício e todas as atualizações por pouco tempo. Depois, o acesso passa a ser de 1 ano.
de R$ 997 por
12x de R$ 91,14
ou R$ 897 à vista
Quero me inscreverEarly access: acesso vitalício + todas as atualizações. Condição por tempo limitado.
Você tem 7 dias para conhecer a Formação. Se sentir que não é o caminho certo para você neste momento, devolvemos o valor integral, sem burocracia.
Dúvidas frequentes
Para psicólogas(os), psiquiatras e estudantes avançados que querem estudar ACT com seriedade e desenvolver raciocínio clínico para aplicar em sessão. Especialmente útil para quem conhece os conceitos, mas trava na hora de formular, escolher foco e conduzir.
Não é pré-requisito. A Formação parte dos fundamentos e constrói o raciocínio de forma progressiva. Se você já estudou ACT, ela organiza o que você sabe e ensina a transformar isso em condução. Se ainda não conhece, ela te dá toda a base necessária para desenvolver o raciocínio clínico.
Sim. Mais de 1.100 ensaios clínicos randomizados e cerca de 500 metanálises e revisões sistemáticas. Presente em listas de tratamentos com apoio empírico da APA e em materiais da OMS. A Formação se apoia nessa base e na obra de Steven C. Hayes.
Na abertura do early access, 4 módulos já estão disponíveis na plataforma. Lá dentro você encontra o cronograma de liberação dos módulos seguintes e dos conteúdos adicionais. A ideia é que a Formação receba atualizações constantes.
Não. É educação continuada para aprimorar a prática clínica. Não confere título de especialista, pós-graduação ou licença profissional.
Não. Ela ensina o caminho estruturado: fundamentos, processos, formulação, postura e condução. A discussão individual dos seus casos é o papel da Supervisão/Mentoria.
Quem entra no early access tem acesso vitalício, com todas as atualizações incluídas — essa condição vale por pouco tempo. Depois do early access, o acesso passa a ser de 1 ano a partir da data de ingresso.
Você tem 7 dias de garantia com reembolso integral, sem burocracia.
Continuar atendendo com a sensação de entender a teoria e travar na sessão tem um custo: casos que se arrastam e a ACT ficando de fora da sua clínica. Essa distância se atravessa com percurso, prática e tempo. A Formação existe para ser esse percurso, e o early access garante o menor preço, junto da primeira turma.
Quero me inscreverEsta Formação é educação continuada para aprimoramento da prática clínica. Não confere título de especialista, pós-graduação ou licença profissional, e não substitui supervisão clínica nem estudo contínuo. A aplicação da ACT deve respeitar o julgamento clínico e os limites éticos de cada profissional.